TAMBOREIROS

EQUIPE BATUQUE RS

Para um povo de ascendência  majoritariamente afro, a musicalidade é quase que uma segunda natureza. Do axé a bossa nova, os batuques da mãe Africa influenciaram muito a cultura musical do Brasil. Nós, como batuqueiros e como Rede Batuque RS, somos entusiastas do que chamamos de “divina arte de musicalizar a fé”, por essa razão levamos muito a sério o canto ritual que permeia todos os preceitos do Batuque. A seguir, confira um pouco sobre cada tamboreiro que compõe a Equipe Batuque RS e um pouco do seu trabalho, que também pode ser encontrado no nosso canal do YouTube.

Otavio D"Ogum Onira

“Aos 9 anos de idade tive meus primeiros contatos com o toque do tambor, dei início a minha trajetória no Ilê de mãe Nair de Oxum (jeje-ijexa) em Alvorada, onde com meu avô e com os demais tamboreiros da casa aprendi os primeiros toques no ilú.
Hoje pertenço ao Ilê de oxalá Toromi e Xangô Agodô, filho de Babalorixá Luciano de Oxalá (jeje-ijexa)”

Wagner de Xangô Toki

“Aos 9 anos de idade tive meus primeiros contatos com o toque do tambor, dei início a minha trajetória no Ilê de mãe Nair de Oxum (jeje-ijexa) em Alvorada, onde com meu avô e com os demais tamboreiros da casa aprendi os primeiros toques no ilú.
Hoje pertenço ao Ilê de oxalá Toromi e Xangô Agodô, filho de Babalorixá Luciano de Oxalá (jeje-ijexa)”

Bàbá Anderson de Yemanjá

“Aos 9 anos de idade tive meus primeiros contatos com o toque do tambor, dei início a minha trajetória no Ilê de mãe Nair de Oxum (jeje-ijexa) em Alvorada, onde com meu avô e com os demais tamboreiros da casa aprendi os primeiros toques no ilú.
Hoje pertenço ao Ilê de oxalá Toromi e Xangô Agodô, filho de Babalorixá Luciano de Oxalá (jeje-ijexa)”

Alisson D"Ogum Onira

Tambor sempre fez parte da minha vida..comecei criança tocar Umbanda em minha família carnal, foi por mim que o tambor foi introduzido nas sessões e por isso sempre autodidata sem nenhuma referência ou quem podesse me espelhar. Algumas dicas de parentes que ouviam outros tamboreiros e na raras oportunidades que via alguém tocar tentava absorver o máximo possível…mais tarde busquei conhecimento e orientação no toque aos orixás e até hoje o aprendizado é diário e constante

Vitor de Xangô Agodô

Neto carnal de Luiz de Bara , nasci e me criei no Batuque
Sempre ouvindo e aprendendo com os mais velhos

Jean de Oxalá Obokun

Nação Jeje-Ijexá
Iniciado em 2013 no Ilê Yemanjá e Xangô de Mãe Flavia de Yemanjá Boci em Porto Alegre – RS

 

“Nada que é feito com fé e honestidade é digno de descrédito. Acreditando de onde vem e para onde vai, qualquer um é capaz de tudo.”

Bàbá Phil D'Ibeji

“Tocar tambor e mais do que simplesmente bater em um couro e sair cantando, é estar em harmonia com o sagrado. Muito mais que uma profissão, ser tamboreiro é um cargo que poucos carregam no coração.”

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