Homenagem Póstuma – Mãe Catarina de Ogum (Nação Jeje)

A nossa homenageada de hoje foi uma mulher forte, de muito conhecimento e fundamento dentro da nossa religião e que também era conhecida pelo seu jeito peculiar e o seu senso de humor. Hoje, temos o prazer de homenagear a Yalorixá CATARINA ZILDA DA SILVA RICARDO (póstuma), mais conhecida como Mãe CATARINA DE OGÚN ILEDÃ. Mãe Catarina era da Nação JÉJÉ, da bacia de Pai JOÃOZINHO DO BARÁ, e teve como sua madrinha, a famosa Mãe NICA DO BARÁ. Morava na rua Barão de Itaqui, 514, na época Passo da…

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Religiões afro-brasileiras seguem influenciando compositores e grupos musicais

Religiões afro-brasileiras seguem influenciando compositores e grupos musicais A presença das religiões afro-brasileiras na cultura popular tupiniquim é massiva. Das influências diretas às menos evidentes, os princípios religiosos herdados do continente ancestral permeiam profundamente a identidade brasileira. Os orixás, comuns à umbanda e ao candomblé, estão no lirismo do samba de Dorival Caymmi e do rock do Metá Metá, como norteadores de uma poesia devota. As religiões afro-brasileiras assimilaram tradições africanas, trazidas pelos escravos, e a cultura de nativos e dos europeus. Influenciaram a obra de pilares da música popular,…

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Homenagem Póstuma – Pai Renatinho de Ogun (Nação Jeje-Nagô)

Homenagem póstuma – Pai Renatinho de Ogun Madiobé O nosso homenageado de hoje era um homem que sabia e gostava de fazer Religião, pois aprendeu os mistérios e fundamentos do ORIXÁ. Foi uma pessoa autêntica e sincera, que fez grandes amizades dentro do AXÉ e sempre foi amigo dos seus amigos. Era um Sacerdote que trabalhava e jogava muito diariamente. Tinha uma grande clientela, a maioria feminina, devido a fama de feiticeiro que tinha, pois a sua mão para os AXÉS de amor era muito famosa. Seu ORIXÁ não era…

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O amalá de Xangô

O AMALÁ DE XANGÔ      O amalá é uma iguaria presente desde os tempos mitológicos na cultura africana e diásporas pelo mundo. Prato predileto do orixá Xangô, o Senhor da justiça e patrono dos monarcas e de todos que tenham papel central em alguma organização, o amalá tem um histórico de conflitos, tal é a estima que Xangô tem pela comida, estando presente em inúmeros itans. Eles contam, entre outras coisas, a briga das esposas de Xangô, Obá e Oxum e o abandono por Aganju de sua missão de…

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Bembé do Mercado se torna Patrimônio Cultural do Brasil

Bembé do Mercado se torna Patrimônio Cultural do Brasil Há 130 anos, em todo 13 de maio, a feira de Santo Amaro vira um grande terreiro de Candomblé a céu aberto, reunindo pessoas de diversas manifestações culturais com base na religião de matriz africana. Conhecida como Bembé do Mercado, a celebração acontece todo ano para rememorar a luta pela liberdade e resistência dos povos negros. A cidade de Santo Amaro da Purificação, no Recôncavo, é o palco para essa festa que teve sua primeira celebração em 1889, um ano depois da…

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Homenagem Póstuma: Pai Luís de Bará (Nação Oyó)

Homenagem póstuma: Pai Luiz de Bará (Nação Oyó) O nosso homenageado de hoje, foi um dos grandes Baluartes da nossa Religião. Um “gentleman” por natureza e um dos Pais de Santos mais famosos do Brasil na sua época. É com muita satisfação, que hoje nós homenageamos o Babalorixá LUÍZ ANTÔNIO DA SILVA, Pai LUIZ DO BARÁ, de EXÚ LANÃ. Pai Luiz era da Nação OYÓ, da Bacia de Mãe MARIETA DE OXALÁ. Pessoa muito simples, de grande sabedoria, sua casa era frequentada por artistas, cantores, atores, escritores, jornalistas, políticos, grandes…

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Xirê de Vibrafone, de Ricardo Valverde, nos abençoa com o jazz dos terreiros

Xirê de Vibrafone, de Ricardo Valverde, nos abençoa com o jazz dos terreiros Xirê é uma palavra Yorubá que significa roda ou dança. É utilizada para evocação dos Orixás, conforme cada nação. O músico soteropaulistano Ricardo Valverde é jazzista, chorão, daqueles que conhece música, estudou e toca um instrumento um tanto incomum, o vibrafone. Como dito acima, ele nasceu em Salvador, apesar de viver em São Paulo desde os dez anos. Posto isto, carrega consigo, junto com o axé dos orixás, o suingue baiano. E foi na hora de misturar…

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Religião não é coisa de gente tonta

Mário Sérgio Cortella é teólogo e educador, muito respeitado por sua eloquência entre religiosos e filósofos, prolífico nas áreas de educação e ética. Segue um trecho muito interessante do livro Não se Desespere- Provocações Filosóficas do doutor em educação Mario Sergio Cortella sobre religião. Onde o mesmo fala que “Religião não é coisa de gente tonta” e que existe gente tonta fazendo religião, infelizmente não só no Batuque, mas em diversas religiões existem pessoas assim, mas assista o vídeo abaixo e tome como reflexão o mesmo.   

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Destruir terreiros de religiões de matriz africana é a nova “guerra santa” no Brasil

Destruir terreiros de religiões de matriz africana é a nova “guerra santa” no Brasil Mãe Merinha foi bem rápida, amarrou um pano branco na roupa e colocou algunscolares fios-de-conta coloridos no pescoço. ‘‘O mais triste disso tudo é saber que eles não param’’, disse, enquanto prendia um tecido também branco na cabeça. Estava pronta, com sua vestimenta de mãe-de-santo. Sinalizou que poderia começar a entrevista e se apresentou: ‘‘Sou Mãe Merinha de Oxum, fui iniciada no Candomblé há 36 anos, sou filha de Mima de Oxossi, do Ilê Axé Obá Ketu’’. Há um…

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Curta produzido na UFSCar busca desmistificar o Umbandismo

Curta produzido na UFSCar busca desmistificar o Umbandismo Um curta-metragem que está sendo produzido por alunos do curso de Imagem e Som da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) busca desmistificar o umbandismo. O filme foi idealizado como projeto de conclusão de curso por alunos do último ano. A história mostra o cotidiano de Lúcia, uma mulher negra e umbandista que recebe o chamado de seus guias espirituais para abrir o seu próprio terreiro e ser Mãe de Santo. Ao mesmo tempo, ela lida com os problemas do dia a…

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Entre orixás e livros

Entre orixás e livros Editoras focadas na publicação de livros sobre religiões de matrizes africanas buscam um lugar nas prateleiras e nos corações dos leitores Até pouco tempo atrás, o leitor mais atento podia enumerar, usando os dedos de uma mão, aquelas editoras que se dedicavam a publicar livros sobre as religiões de matrizes africanas. A Madras e a Pallas são as mais conhecidas e que estão há mais tempo na estrada, mas esse número tem crescido. Recentemente, duas novas casas chegaram – cada uma com as suas especificidades –…

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