Orixá Xapanã – Rezas da Nação Cabinda Por Pai Didi de Xangô Aganjú

Pai Didi é oriundo da Nação Cabinda, descendente de Pai Adãozinho de Bará, neto de Pai Romário de Oxalá e bisneto de Mãe Madalena de Oxum, descendente direta do precursor da nação Cabinda no Brasil. Pai Didi era, junto de Pai Eli de Oxalá, tamboreiro oficial do Pai Adãozinho. Reprodução autorizada pelo autor, todos os direitos reservados. Divulgação: Batuque RS  

Compartilhe isso
Read More

Católicos e adeptos do candomblé lotam igreja em dia de homenagens a São Roque

Católicos e adeptos do candomblé lotam igreja em dia de homenagens a São Roque Celebração teve início às 5h, com a alvorada, seguida de missas durante o dia e procissão. Católicos e adeptos do candomblé lotaram a Igreja São Lázaro e São Roque, no bairro da Federação, em Salvador, nesta sexta-feira (16), em homenagem a São Roque, conhecido como o protetor contra doenças e pragas. Vestidos de branco, os fiéis começaram a celebração às 5h, com a alvorada. Ao longo da manhã, os devotos participaram de três missas. Durante a…

Compartilhe isso
Read More

O que são Dijínas ou Sobrenome de Orixás?

O que são Dijína ou Sobrenome de Orixás

    Dijína, palavra de origem kimbundu Rijina, dialeto bantu que significa “nome”.   Já aqui no batuque do RS é o psudonemo ou sobrenome que o Pai ou Mãe de Santo dá à um orixá de um iniciado (filho(a) de santo), logicamente este se é confirmado junto ao Ifá (Jogos de Búzios) se o Orixá aceita aquele sobrenome (dijína) ou ele mesmo revelará seu sobrenome (dijína) ali na consulta ifá. Este normalmente é adicionado/posto após a qualidade (tipo ou caminho) do Orixá. Exemplo: Xangô Agandjú Dei Xangô: Nome do Orixá Agandjú: Qualidade do Orixá Dei:…

Compartilhe isso
Read More

Príncipe Custódio – A história de uma lenda do Batuque

Príncipe Custódio – A história de uma lenda do Batuque A figura do príncipe Custódio Joaquim de Almeida (1831? -1935) sempre me despertou curiosidade. Envolto em mistérios e mitos, ele faz parte do imaginário citadino de Porto Alegre, principalmente na Cidade Baixa, prolongamento da antiga Colônia Africana. Neste local, tradicional espaço de resistência cultural dos afrodescendentes, fixou moradia, vivendo, com sua Corte, os hábitos e requintes próprios da nobreza. por Carlos Roberto Saraiva da Costa Leite* via Guest Post para o Portal Geledés O início desta trajetória nos remete à “Mãe África”. Com o…

Compartilhe isso
Read More